Voltei pro BLOGSPOT!
http://patadaspitacos.blogspot.com/
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O futebol ainda vive. Deixem o futebol viver.
Entre o final de 2007 e o início de 2008 eu sou obrigado a ouvir absurdos pedidos de torcedores palmeirenses que teimam em querer o fraquíssimo Makelele no lugar do talentoso Martinez. Argumentos contra os tais pedidos nunca me faltaram. E nunca faltarão.
Hoje em dia, infelizmente, o futebol anda muito feio. Reflexo que vem desde a Copa do Mundo de 1950. Maracanazzo. O excelente Brasil perdia para o devotado e esforçado Uruguai. Em 1954, a Hungria de Puskas que encantava e goleava seus adversários, sucumbiu. A Holanda em 1974 e o Brasil de 82 e 86 também são exemplos de como o belo futebol não era garantia de resultados.
Futebol feio, burocrático, chato ou "de resultado", como alguns chamam, não quer dizer que devemos optar pela pura e simples raça e velocidade contra a técnica e a destreza. O jovem Makelele é muito veloz, disposto a marcar os 90 minutos e podemos dizer que é um "incansável". Contudo, mal sabe tocar a bola. O experiente Martinez, canhoto, tem um toque refinado. Batedor de faltas, participa de algumas jogadas ensaiadas, rabisca alguns bons chutes, mas "compensa" os elogios com sua falta de velocidade, de corpo e com uma qualidade na marcação, digamos, duvidosa.
O futebol não precisa de mais gente que joga feio. A Grécia venceu a Eurocopa 2004 jogando um futebol horroroso. Assim como o São Paulo venceu a Libertadores 2005 e o Milan a Copa dos Campeões em 2007. Funciona? Sim, na maioria das vezes. Mas não vale a pena. O futebol ainda existe (e resiste)ao tempo, ainda é mutável, ainda consegue se adaptar. E não podemos, jamais, abrir mão de jogadores como Martinez'es em troca de esforçados Makelele's. Na mesma proporção em que prefiro o título continental e mundial de um belo time do Internacional de Porto Alegre, em 2006, do que as equipes supracitadas.
Chega do futebol chato, pura e simplesmente tático. Chega do futebol em que a aplicação das ordens do comandante são suficientes. Chega do futebol em que a raça deve ser acima de tudo. Precisamos de qualidade, de jogadores que saibam fazer a diferença durante uma partida!
Em devaneio: até hoje, qualquer esboço da Laranja Mecânica de Rinus Mitchels e Cruyff inexiste. E se há uma precipitação para o futebol bem jogado, logo podam as esperanças. Mas existem dois times no Brasil que tentam nadar contra essa maré: Internacional e Palmeiras. Nessas duas equipes residem as esperanças das pessoas que gostam do futebol bem jogado, leve, rápido, habilidoso... precisamos aguardar resultados concretos desses times, como títulos. Do contrário, serão apenas páginas mofadas na história do futebol; como o Palmeiras de 96, o Santos de 95, a Argentina de 02/06...
[desculpa a ausência de imagens, mas o spaceblog fez umas modificações bizarras e eu não aprendi ainda a mexer nesse novo layout!]

Interligando mais de uma
história, o diretor Alejandro
González Iñárritu consegue prender a
atenção do espectador. Com roteiro interessante de
Guillermo Arriaga, a trama se passa em 3 locais diferentes e
envolve 4 histórias. A forma como o tema é abordado e
com a não linearidade do filme são pontos positivos.
Alguns erros devem ser destacados, mas nada que atrapalhe o bom
andamento do filme em geral.
A excelente atuação de Brad, Cate e Gael também merecem destaques, mas essas já eram previsíveis. O meu destaque especial vai para como as diversas situações se encaixam perfeitamente e não fogem em nenhum momento do pilar principal do filme, que fica muito claro ao final.
"Babel", é uma história que, como sugere o nome, apresenta diversos conflitos e semelhanças entre diferentes localidades, mas que possuem entre si laços mais estreitos do que podemos imaginar. Vale a pena alugar!
Nota do autor: 8,0

Cá estou eu RE-começando o meu blog. Espero que dessa vez dê certo.
Resumidamente, tive uns problemas com o blogspot. Google, meu amado Google. Continua atrasando a minha vida!
Bom, vou tentar facilitar o nome do blog em
breve. Por enquanto vai esse mesmo! Esse novo início vem com nova postagem.
24/01/2008 - 16h17
Bilhetes vencedores da Dupla Sena pertencem ao mesmo apostadorda Folha Online
Os dois bilhetes que dividiriam o prêmio principal do concurso 626 da Dupla Sena sorteado na terça-feira (22) pertencem a um mesmo apostador, segundo a Caixa Econômica Federal. Ele registrou dois jogos, com os mesmos números, em cidades diferentes --uma em Jaqueira e outra em Quipapá, ambas em Pernambuco.
O homem acabou acertando as seis dezenas premiadas e recebendo um prêmio de mais de R$ 1,2 milhão. Oficialmente, o prêmio ficou dividido entre dois bilhetes --cada um pagou mais de R$ 686 mil ao portador.
No mesmo concurso, na segunda faixa de premiação, 53 apostas acertaram a quina e darão direito a R$ 1.989,29 cada uma. Outras 1.898 acertaram a quadra e ganharão R$ 55,55 cada uma. O próximo sorteio acontece amanhã (25). O prêmio deve chegar a R$ 300 mil."
O que leva uma pessoa a apostar o mesmo jogo em cidades diferentes? Além do mais, prestando atenção na matéria ela está bem engraçada. O segundo parágrafo é ótimo...