Home Data de criação : 08/01/24 Última atualização : 08/04/12 05:58 / 5 Artigos publicados
 

Mudei de blog :B  escrito em sábado 12 abril 2008 05:58

Voltei pro BLOGSPOT!

 

http://patadaspitacos.blogspot.com/

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Ele (ainda)vive.  escrito em quinta 03 abril 2008 20:34

O futebol ainda vive. Deixem o futebol viver.

Entre o final de 2007 e o início de 2008 eu sou obrigado a ouvir absurdos pedidos de torcedores palmeirenses que teimam em querer o fraquíssimo Makelele no lugar do talentoso Martinez. Argumentos contra os tais pedidos nunca me faltaram. E nunca faltarão.

 

Hoje em dia, infelizmente, o futebol anda muito feio. Reflexo que vem desde a Copa do Mundo de 1950. Maracanazzo. O excelente Brasil perdia para o devotado e esforçado Uruguai. Em 1954, a Hungria de Puskas que encantava e goleava seus adversários, sucumbiu. A Holanda em 1974 e o Brasil de 82 e 86 também são exemplos de como o belo futebol não era garantia de resultados.

Futebol feio, burocrático, chato ou "de resultado", como alguns chamam, não quer dizer que devemos optar pela pura e simples raça e velocidade contra a técnica e a destreza. O jovem Makelele é muito veloz, disposto a marcar os 90 minutos e podemos dizer que é um "incansável". Contudo, mal sabe tocar a bola. O experiente Martinez, canhoto, tem um toque refinado. Batedor de faltas, participa de algumas jogadas ensaiadas, rabisca alguns bons chutes, mas "compensa" os elogios com sua falta de velocidade, de corpo e com uma qualidade na marcação, digamos, duvidosa.

O futebol não precisa de mais gente que joga feio. A Grécia venceu a Eurocopa 2004 jogando um futebol horroroso. Assim como o São Paulo venceu a Libertadores 2005 e o Milan a Copa dos Campeões em 2007. Funciona? Sim, na maioria das vezes. Mas não vale a pena. O futebol ainda existe (e resiste)ao tempo, ainda é mutável, ainda consegue se adaptar. E não podemos, jamais, abrir mão de jogadores como Martinez'es em troca de esforçados Makelele's. Na mesma proporção em que prefiro o título continental e mundial de um belo time do Internacional de Porto Alegre, em 2006, do que as equipes supracitadas.

Chega do futebol chato, pura e simplesmente tático. Chega do futebol em que a aplicação das ordens do comandante são suficientes. Chega do futebol em que a raça deve ser acima de tudo. Precisamos de qualidade, de jogadores que saibam fazer a diferença durante uma partida!

Em devaneio: até hoje, qualquer esboço da Laranja Mecânica de Rinus Mitchels e Cruyff inexiste. E se há uma precipitação para o futebol bem jogado, logo podam as esperanças. Mas existem dois times no Brasil que tentam nadar contra essa maré: Internacional e Palmeiras. Nessas duas equipes residem as esperanças das pessoas que gostam do futebol bem jogado, leve, rápido, habilidoso... precisamos aguardar resultados concretos desses times, como títulos. Do contrário, serão apenas páginas mofadas na história do futebol; como o Palmeiras de 96, o Santos de 95, a Argentina de 02/06...               

 

[desculpa a ausência de imagens, mas o spaceblog fez umas modificações bizarras e eu não aprendi ainda a  mexer nesse novo layout!]    

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Cinema: Babel  escrito em domingo 24 fevereiro 2008 03:18

Pôster - Babel
 


Interligando mais de uma história, o diretor Alejandro González Iñárritu consegue prender a atenção do espectador. Com roteiro interessante de Guillermo Arriaga, a trama se passa em 3 locais diferentes e envolve 4 histórias. A forma como o tema é abordado e com a não linearidade do filme são pontos positivos. Alguns erros devem ser destacados, mas nada que atrapalhe o bom andamento do filme em geral.

 A excelente atuação de Brad, Cate e Gael também merecem destaques, mas essas já eram previsíveis. O meu destaque especial vai para como as diversas situações se encaixam perfeitamente e não fogem em nenhum momento do pilar principal do filme, que fica muito claro ao final.

 "Babel", é uma história que, como sugere o nome, apresenta diversos conflitos e semelhanças entre diferentes localidades, mas que possuem entre si laços mais estreitos do que podemos imaginar. Vale a pena alugar!

 

Nota do autor: 8,0

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Fazendo(e vendo) história  escrito em quarta 06 fevereiro 2008 00:02

Super Bowl XLII
 
 
 
 
 
 
Domingo, de fevereiro de 2008. Eu vi história.

Durante a noite, pouco antes do Super Bowl XLII, eu havia falado a uma amiga que estava vendo uma parte da história.

Pela primeira vez, em quarenta e duas edições, os árbitros que apitariam o jogo de futebol americano que pára os Estados Unidos eram negros. Eu não sabia o que estava por vir.

O New York Giants, do criticado quarterback Ely Manning(irmão do campeão do Super Bowl XLI pelo Indianapolis Colts, Peyton Manning), contra o New England Patriots, do quarterback histórico, quebrador de recordes e muito próximo à perfeição, Tom Brady.

Logo no início, poucos poderiam saber que aquele seria o prelúdio. A bola começava com o Giants. Após uma campanha "frustrada"(entenderão as aspas!), o Field Goal foi convertido. Patriots 0 x 3 Giants. Obviamente, a máquina do Patriots logo  faria touch down e cnverteria o extra point. Patriots 7 x 3 Giants.

Quando tudo parecia "normal", a defesa do Giants, literalmente, foi gigante. Tom Brady, o cara dos passes perfeitos, detentor dos atuais recordes da NFL, começou a tremer. Porque o Giants começou a não deixá-lo jogar. Ely Manning entrou em ação e o time nova iorquino tornou a pontuar. Desta vez com o touchdown e o extra point. Patriots 7 x 10 Giants.

O quarterback do New England, após ser apresentado ao chão inúmeras vezes pelos defensores do New York, decidiu usar o recurso dos passes curtos. E funcionou. A menos de 3 minutos do último quarto, o New England conquistou o touchdown e converteu mais um extra point. Patriots 14 x 10 Giants.

Agora, um field goal não bastava. Tinha que ser o touchdown. E em menos de 3 minutos. Com lançamentos incríveis de Ely e uma determinação só vista em times campeões, o Giants, numa 3ª descida, fez o que ninguém esperava: executou o Patriots. A recepção de bola que eu mais comemorei na minha vida! E a conversão do field goal.

Caí na gargalhada. Não tirando sarro do Patriots, que haviam vencido todos os jogos da temporada, enquanto o Giants estava ali graças a uma classificação vinda da repescagem. Mas eu ri muito porque eu vi um time perder porque achava não ter adversários. Os 38 segundos subseqüentes à jogada dos gigantes foram simples: um desespero total dos patriotas.

Não adiantou. Naquela noite - somente naquela noite - o Giants era invencível. Eles poderiam jogar por mais duas horas e os Patriots não venceriam. O Giants não tinha medo de perder. Afinal, eles não tinham o que perder.

Encerro com uma frase que li no orkut certa vez: "Se não houvessem os favoritos, não existiriam as surpresas".
Boa noite a todos.

 
 
 
 
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Era o começo...  escrito em quinta 24 janeiro 2008 20:26

Cá estou eu RE-começando o meu blog. Espero que dessa vez dê certo.

 

Resumidamente, tive uns problemas com o blogspot. Google, meu amado Google. Continua atrasando a minha vida!

 
Bom, vou tentar facilitar o nome do blog em breve. Por enquanto vai esse mesmo! Esse novo início vem com nova postagem.

 

 

24/01/2008 - 16h17

Bilhetes vencedores da Dupla Sena pertencem ao mesmo apostador

da Folha Online

Os dois bilhetes que dividiriam o prêmio principal do concurso 626 da Dupla Sena sorteado na terça-feira (22) pertencem a um mesmo apostador, segundo a Caixa Econômica Federal. Ele registrou dois jogos, com os mesmos números, em cidades diferentes --uma em Jaqueira e outra em Quipapá, ambas em Pernambuco.

O homem acabou acertando as seis dezenas premiadas e recebendo um prêmio de mais de R$ 1,2 milhão. Oficialmente, o prêmio ficou dividido entre dois bilhetes --cada um pagou mais de R$ 686 mil ao portador.

No mesmo concurso, na segunda faixa de premiação, 53 apostas acertaram a quina e darão direito a R$ 1.989,29 cada uma. Outras 1.898 acertaram a quadra e ganharão R$ 55,55 cada uma. O próximo sorteio acontece amanhã (25). O prêmio deve chegar a R$ 300 mil."

 

 

O que leva uma pessoa a apostar o mesmo jogo em cidades diferentes? Além do mais, prestando atenção na matéria ela está bem engraçada. O segundo parágrafo é ótimo...

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