
Domingo, de fevereiro de 2008. Eu vi
história.
Durante a noite, pouco antes do Super Bowl XLII, eu havia falado a uma amiga que estava vendo uma parte da história.
Pela primeira vez, em quarenta e duas edições, os árbitros que apitariam o jogo de futebol americano que pára os Estados Unidos eram negros. Eu não sabia o que estava por vir.
O New York Giants, do criticado quarterback Ely Manning(irmão do campeão do Super Bowl XLI pelo Indianapolis Colts, Peyton Manning), contra o New England Patriots, do quarterback histórico, quebrador de recordes e muito próximo à perfeição, Tom Brady.
Logo no início, poucos poderiam saber que aquele seria o prelúdio. A bola começava com o Giants. Após uma campanha "frustrada"(entenderão as aspas!), o Field Goal foi convertido. Patriots 0 x 3 Giants. Obviamente, a máquina do Patriots logo faria touch down e cnverteria o extra point. Patriots 7 x 3 Giants.
Quando tudo parecia "normal", a defesa do Giants, literalmente, foi gigante. Tom Brady, o cara dos passes perfeitos, detentor dos atuais recordes da NFL, começou a tremer. Porque o Giants começou a não deixá-lo jogar. Ely Manning entrou em ação e o time nova iorquino tornou a pontuar. Desta vez com o touchdown e o extra point. Patriots 7 x 10 Giants.
O quarterback do New England, após ser apresentado ao chão inúmeras vezes pelos defensores do New York, decidiu usar o recurso dos passes curtos. E funcionou. A menos de 3 minutos do último quarto, o New England conquistou o touchdown e converteu mais um extra point. Patriots 14 x 10 Giants.
Agora, um field goal não bastava. Tinha que ser o touchdown. E em menos de 3 minutos. Com lançamentos incríveis de Ely e uma determinação só vista em times campeões, o Giants, numa 3ª descida, fez o que ninguém esperava: executou o Patriots. A recepção de bola que eu mais comemorei na minha vida! E a conversão do field goal.
Caí na gargalhada. Não tirando sarro do Patriots, que haviam vencido todos os jogos da temporada, enquanto o Giants estava ali graças a uma classificação vinda da repescagem. Mas eu ri muito porque eu vi um time perder porque achava não ter adversários. Os 38 segundos subseqüentes à jogada dos gigantes foram simples: um desespero total dos patriotas.
Não adiantou. Naquela noite - somente naquela noite - o Giants era invencível. Eles poderiam jogar por mais duas horas e os Patriots não venceriam. O Giants não tinha medo de perder. Afinal, eles não tinham o que perder.
Encerro com uma frase que li no orkut certa vez: "Se não houvessem os favoritos, não existiriam as surpresas".
Boa noite a todos.
Durante a noite, pouco antes do Super Bowl XLII, eu havia falado a uma amiga que estava vendo uma parte da história.
Pela primeira vez, em quarenta e duas edições, os árbitros que apitariam o jogo de futebol americano que pára os Estados Unidos eram negros. Eu não sabia o que estava por vir.
O New York Giants, do criticado quarterback Ely Manning(irmão do campeão do Super Bowl XLI pelo Indianapolis Colts, Peyton Manning), contra o New England Patriots, do quarterback histórico, quebrador de recordes e muito próximo à perfeição, Tom Brady.
Logo no início, poucos poderiam saber que aquele seria o prelúdio. A bola começava com o Giants. Após uma campanha "frustrada"(entenderão as aspas!), o Field Goal foi convertido. Patriots 0 x 3 Giants. Obviamente, a máquina do Patriots logo faria touch down e cnverteria o extra point. Patriots 7 x 3 Giants.
Quando tudo parecia "normal", a defesa do Giants, literalmente, foi gigante. Tom Brady, o cara dos passes perfeitos, detentor dos atuais recordes da NFL, começou a tremer. Porque o Giants começou a não deixá-lo jogar. Ely Manning entrou em ação e o time nova iorquino tornou a pontuar. Desta vez com o touchdown e o extra point. Patriots 7 x 10 Giants.
O quarterback do New England, após ser apresentado ao chão inúmeras vezes pelos defensores do New York, decidiu usar o recurso dos passes curtos. E funcionou. A menos de 3 minutos do último quarto, o New England conquistou o touchdown e converteu mais um extra point. Patriots 14 x 10 Giants.
Agora, um field goal não bastava. Tinha que ser o touchdown. E em menos de 3 minutos. Com lançamentos incríveis de Ely e uma determinação só vista em times campeões, o Giants, numa 3ª descida, fez o que ninguém esperava: executou o Patriots. A recepção de bola que eu mais comemorei na minha vida! E a conversão do field goal.
Caí na gargalhada. Não tirando sarro do Patriots, que haviam vencido todos os jogos da temporada, enquanto o Giants estava ali graças a uma classificação vinda da repescagem. Mas eu ri muito porque eu vi um time perder porque achava não ter adversários. Os 38 segundos subseqüentes à jogada dos gigantes foram simples: um desespero total dos patriotas.
Não adiantou. Naquela noite - somente naquela noite - o Giants era invencível. Eles poderiam jogar por mais duas horas e os Patriots não venceriam. O Giants não tinha medo de perder. Afinal, eles não tinham o que perder.
Encerro com uma frase que li no orkut certa vez: "Se não houvessem os favoritos, não existiriam as surpresas".
Boa noite a todos.
Luciana
Dom 24 Fev 2008 03:41